Superação, virada e tabu mantido: São Paulo cala o Pacaembu em 2006
Campeonato Brasileiro
Adversário: Corinthians
Data do Jogo: 07/05/2006
Local: Estádio do Pacaembu
Resultado: 3 a 1 - vitória
Destaques: Foi uma tarde simbólica no Pacaembu, em que o São Paulo mostrou que, mesmo diante de adversários badalados e adversidades dentro de campo, a força coletiva, a entrega e a tradição fazem a diferença em jogos grandes.
No dia 7 de maio de 2006, o Estádio do Pacaembu foi palco de um clássico marcante pelo Campeonato Brasileiro. Atuando como visitante, o São Paulo enfrentou um Corinthians cercado de expectativas, recheado de estrelas e investimentos externos, e conquistou uma vitória expressiva por 3 a 1, de virada, em uma tarde de superação tricolor.
O cenário parecia desfavorável desde o início. O Corinthians contava com nomes de peso como Tévez, Mascherano, Ricardinho, Nilmar e Carlos Alberto, enquanto o São Paulo já não tinha Danilo à disposição e ainda sofreu duras perdas durante o primeiro tempo. Aloísio, André Dias e Josué deixaram o campo lesionados, obrigando o time a se reorganizar em meio ao clássico.
Mesmo assim, o Tricolor mostrou força mental e competitividade. Após sair atrás no placar, o São Paulo não se intimidou e passou a crescer no jogo. Souza foi o responsável por iniciar a reação, empatando a partida e devolvendo confiança à equipe.
Na sequência, Alex Dias apareceu em momento decisivo para virar o placar, premiando a postura aguerrida do São Paulo, que não se deixou abater pelos desfalques. O Corinthians, apesar do elenco estrelado, encontrou dificuldades para impor seu jogo diante de um adversário organizado e determinado.
Nos minutos finais, Lenilson fechou o placar em 3 a 1, decretando uma vitória emblemática no clássico. O resultado teve peso ainda maior por manter o tabu favorável ao Tricolor, já que o Corinthians seguia sem conseguir vencer o São Paulo havia 11 partidas.
Foi uma tarde simbólica no Pacaembu, em que o São Paulo mostrou que, mesmo diante de adversários badalados e adversidades dentro de campo, a força coletiva, a entrega e a tradição fazem a diferença em jogos grandes.